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Posts Tagged ‘fatos’

Prazer, amante. Conheça-me!

O amantePrazer! Eu sou o pavor dos homens, a verdade inexorável para as mulheres. Em algum momento da sua vida, caro(a) leitor(a), eu vou aparecer. Isso tudo, claro, caso eu não esteja a habitando agora, quem sabe? Mesmo que eu não exista. Coexistirei na dúvida eterna. Vou consumir seu sono. Serei a mola mestre do seu estresse. Apesar de tudo, não se espante com a minha face horripilante. Salvo vidas, há quem diga.

Nunca me relacionei por muito tempo. Dois dedos de rotina e eu largo a xícara. Nasci para ser o outro. Sabe por quê? Odeio DR’s. Odeio planejar o Natal. Deus me livre em ter que almoçar na casa dos outros. Não tenho apetite para o prato principal da falsidade. Troco risos frouxos pelas suas lágrimas. Leia mais…

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Ensaio sobre as periguetes

Por Pedro Rodrigues Almeida

Em um sábado qualquer estava eu caminhando para minha casa quando me deparo com uma cena um tanto apavorante para um garoto dos anos 90. Tento arrancar todos os determinismos óbvios daquela que situação, e, fracassando, sou tomado por uma onda misteriosa de desolamento. Acabo de ver uma mini-periguete!

Continuo no mesmo passo até que atravesso o caminho oposto ao que a moçoila faz, e então, já não mais apavorado, sigo meu caminho e ponho-me a pensar sobre o que acabei de ver, e sobre todas as outras situações em que topei com periguetes que são mais velhas do que aquela que eu recusaria de chamar do mesmo.

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Meu adorável cafajeste. Por que eles despertam tanto desejo?

Por que cafajestes nos chamam tanto a atenção? Por que, mesmo estando fora de qualquer padrão racional, este tipo de personalidade ainda desperta nosso desejo? Por que não resistimos a estas figuras mesmo sabendo que estamos sendo enganados por eles? Perguntas que estão na moda no campo dos relacionamentos. Dúvidas que colocam em xeque o real poder da racionalidade nas decisões. E apesar de todo o discurso politicamente correto dos inteligentes e dos bons moços e moças, na prática, são eles, os cafajestes, que saem com a vantagem. E que vantagem.

Antes de tentar responder essa pergunta, recorri a algumas crônicas e reportagens sobre o assunto.  As crônicas, mesmo trazendo boas teorias, deixavam falhas. Normal. Quem teria a pretensão de fechar um dilema histórico em apenas um texto? No caso das reportagens, só o desejo das mulheres é abordado. E, eu? Bem, eu tenho a minha teoria. Leia mais…

O miojo, o sexo e a velocidade

Três minutos e está pronto. De fato o miojo mudou a dieta nutricional de uma geração com sede de velocidade. Velocidade para suprir a fome, que não pode esperar. Tudo precisa ser aqui e agora, amanhã demora muito para chegar. Vivemos como se estivéssemos à beira da morte: curta tudo porque amanhã você pode não estar mais aqui.

O sucesso da rapidez e saciedade do miojo talvez tenha levado a geração apressada a adotar este conceito também para o campo das relações. A fome sentimental apresenta-se tão implacável quanto à fome que incomoda o estômago. Para suprir esse anseio da alma, mais uma vez a velocidade foi utilizada como solução. Leia mais…

A carência que nos afasta

Desejo e medo. Duas palavras que cercam os atuais relacionamentos. Ao mesmo tempo em que desejamos – e somos carentes – lidamos com o medo constante do tropeço dos relacionamentos.

Pessoas carentes – e sim, você já foi uma delas – colocam o medo em uma escala superior ao do desejo. Cada passo parece ser decisivo, sem chance de erro. Ao entrar em um relacionamento sugam tudo de uma só vez. Leia mais…

Eu quero os seus problemas!

Decerto, existem diferenças básicas entre as aspirações e preferências de homens e mulheres dentro de uma relação. Os sexos enxergam a relação de modos diferentes. Visão particular que faz com que cada parte assuma uma responsabilidade diferente, como o lado ocupado da cama.

Estas particularidades são criadas sempre de uma forma inconsciente, guiada pela natureza dos sexos. Apesar de ser lugar comum essa incompatibilidade de interesses, um quesito me parece ser diametralmente diferente para homens e mulheres: os problemas pessoais. Leia mais…

O não no lugar do sim. Para quê, mulheres?

março 25, 2012 1 comentário

Desde os tempos de pré-adolescente uma pergunta me intriga quase todos os dias: Por que as mulheres dizem não, quando querem dizer sim?

Ao longo do tempo fui escutando várias justificativas para o questionamento. Enquanto umas diziam que a mulher não pode ser fácil, outras argumentavam que isso valorizava a conquista. Bem, pode ser, mas eu não concordo com nenhuma delas. Leia mais…